Perseguição: Prefeito Emanuel Cunha paga “prêmio” do Carnaval 2026 e deixa de fora grupos ligados a seus opositores

24 de março de 2026

O prefeito Francisco Emanuel Cunha (Progressistas) tem agido como um perseguidor nato e vem provando isso constantemente em suas ações administrativas. Recentemente, o gestor proibiu, por meio da Secretaria de Educação, que escolas municipais fossem cedidas para que grupos culturais realizassem ensaios. No entanto, a proibição só ocorreu para aqueles que pensam de forma contrária ao prefeito. Para outros grupos, os espaços continuam sendo utilizados normalmente.

Após o resultado do Carnaval 2026, quando, pela primeira vez na história da cidade, houve mudança no resultado técnico definido pelo júri do concurso, o gestor efetuou o pagamento da premiação da corte carnavalesca cerca de 60 dias após o evento. Também foi realizado o pagamento à escola campeã, ou pelo menos àquela que foi aclamada no dia da apuração após intervenção da Procuradoria do Município.

Apenas duas escolas, que fazem oposição ao prefeito, não receberam a premiação, mesmo com toda a documentação regularizada há cerca de uma semana. Outra situação preocupante é que os pagamentos estão sendo feitos de forma parcelada, sem previsão ou data fixa, além da falta de transparência sobre quem já recebeu ou não.

As escolas prejudicadas prometem acionar o Ministério Público diante da perseguição política que, segundo elas, vem sendo praticada pelo gestor Francisco Emanuel. Uma das escolas tem uma ação ajuizada contra a prefeitura e a mesma segue ativa no poder judiciário.

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